Arquivo de março, 2017

Por Fernando Booyou

A concha perfeita para um fantasma ausente.

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A CABANA: DEUS, JESUS, ESPIRITO SANTO, O LEÃO, A FEITICEIRA E O GUARDA ROUPAS.

Vo mentir não.. foi MUITO difícil arranjar um titulo para essa resenha.
Eu pensei em: “A Cabana: A Culpa é de Deus”
“A Cabana – Deus no banco dos Réus”
“ A Cabana – EITA PORRA, É A ALICE BRAGA?”
Por fim, ficou esse mesmo.

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Com distribuição da Universal Pictures, longa dirigido por
Jordan Peele aborda o racismo para criar suspense especulativo

Com mais de US$ 150 milhões arrecadados em todo o mundo, o suspense “Corra!” (Get Out), assinado pelo ator e diretor Jordan Peele, acaba de ser confirmado para estrear em circuito nacional em maio.

Aclamado pela crítica especializada, o filme é um suspense envolvente e provocativo produzido pela Blumhouse, responsável por sucessos como “Fragmentado”, “A Visita” e a série “Atividade Paranormal”, e Sean McKittrick, de “Donnie Darko”.

A história acompanha um final de semana na vida de Chris (Daniel Kaluuya), um jovem afro-americano que visita a propriedade da familia de sua namorada. A princípio, Chris vê o comportamento exageradamente hospitaleiro da família como uma tentativa desajeitada de lidar com a relação interracial da filha, mas, no decorrer do final de semana, uma série de descobertas perturbadoras o levam a uma verdade que ele nunca poderia imaginar.

“Corra!” é estrelado por Caleb Landry Jones (X-Men), Stephen Root (Onde os Fracos Não Têm Vez), Milton “Lil Rel” Howery, Betty Gabriel, Marcus Henderson e Lakeith Stanfield (Straight Outta Compton – A História do N.W.A). A estreia nos cinemas está marcada para 18 de maio.

Fonte: press release 

Por Fernando Booyou

Para compreender o presente, uma breve visita ao passado. O ano era 1996. Até então, referência na cultura Pop de filme impactante era algo próximo de Pulp Fiction ou talvez Seven. Neste ano, debutava Trainspotting. O filme esfregava na cara do espectador, com uma naturalidade desconcertante, a realidade de um grupo de amigos sem perspectiva de futuro a longo prazo, envolvidos em crimes e golpes para manter seus vícios. Mostrando usuários de drogas em plena atividade, sem nenhuma censura ou sutileza. E as conseqüências do uso com um peso que só seria visto novamente nos anos 2000 com Réquiem Para um Sonho. A estética quebrava os formatos padrões da época. Para começar, fugia do otimismo esperado, entregando uma visão torta e, ao mesmo tempo, estranhamente divertida. Tudo com uma linguagem mais dinâmica, suja, com enquadramentos inusitados, soluções incomuns e inovadoras, como um bebê fantasma andando no teto ou ver uma pessoa literalmente entrando em uma privada ou ainda se afundando no chão enquanto tem uma overdose. Os diálogos e monólogos cotidianos falados com uma espontaneidade tipicamente “tarantinesca”, que aparentemente são sobre o nada, mas que evidenciam o caráter e forma de pensar e agir de cada personagem. E a trilha que até hoje agrada ouvidos e que dava o ar anarcopunk, subversivo, classe média, eclético com espaço até para o eurodance. (mais…)

por Thiago Ramos 

O novo filme do diretor M. Night Shyamalan com James McAvoy interpretando um homem que, devido à uma condição médica, possui 23 personalidades, foi bastante esperado e visto como a chance do diretor se redimir de tantos fracassos nesses últimos anos. (mais…)

por Ed Jr

Power Rangers, a ‘nova’ aposta da Lionsgate no mundo dos super-heróis e dirigido pelo quase desconhecido Dean Israelite (“Projeto Almanaque”), é um reboot do primeiro longa – esse é o terceiro – baseado na série de sucesso lançada em 1993. (mais…)