Por Fernando Booyou

Para compreender o presente, uma breve visita ao passado. O ano era 1996. Até então, referência na cultura Pop de filme impactante era algo próximo de Pulp Fiction ou talvez Seven. Neste ano, debutava Trainspotting. O filme esfregava na cara do espectador, com uma naturalidade desconcertante, a realidade de um grupo de amigos sem perspectiva de futuro a longo prazo, envolvidos em crimes e golpes para manter seus vícios. Mostrando usuários de drogas em plena atividade, sem nenhuma censura ou sutileza. E as conseqüências do uso com um peso que só seria visto novamente nos anos 2000 com Réquiem Para um Sonho. A estética quebrava os formatos padrões da época. Para começar, fugia do otimismo esperado, entregando uma visão torta e, ao mesmo tempo, estranhamente divertida. Tudo com uma linguagem mais dinâmica, suja, com enquadramentos inusitados, soluções incomuns e inovadoras, como um bebê fantasma andando no teto ou ver uma pessoa literalmente entrando em uma privada ou ainda se afundando no chão enquanto tem uma overdose. Os diálogos e monólogos cotidianos falados com uma espontaneidade tipicamente “tarantinesca”, que aparentemente são sobre o nada, mas que evidenciam o caráter e forma de pensar e agir de cada personagem. E a trilha que até hoje agrada ouvidos e que dava o ar anarcopunk, subversivo, classe média, eclético com espaço até para o eurodance. Leia o resto deste post »

por Thiago Ramos 

O novo filme do diretor M. Night Shyamalan com James McAvoy interpretando um homem que, devido à uma condição médica, possui 23 personalidades, foi bastante esperado e visto como a chance do diretor se redimir de tantos fracassos nesses últimos anos. Leia o resto deste post »

por Ed Jr

Power Rangers, a ‘nova’ aposta da Lionsgate no mundo dos super-heróis e dirigido pelo quase desconhecido Dean Israelite (“Projeto Almanaque”), é um reboot do primeiro longa – esse é o terceiro – baseado na série de sucesso lançada em 1993. Leia o resto deste post »

por Amanda Leite 

Tinha Que Ser Ele (Why Him?) dirigido por John Hamburg (“Quero Ficar com Polly”, “Entrando Numa Fria”) e um filme estadunidense de comédia, lançado no ano de 2017. Leia o resto deste post »

por Ed Jr

Kong: A Ilha da Caveira (Kong: Skull Island), dirigido pelo pouco conhecido Jordan Vogt-Roberts (“Os Reis do Verão”), é uma releitura do clássico dos anos 30 e que promete revigorar as produções do gênero que virão (como “Godzilla: King of Monsters”, previsto para 2019). Leia o resto deste post »

por Paulo Mansur
RESUMÃO:

3 personagens principais:

Caco (Felipe Rocha)
Vadão (Daniel Furlan)
Julia (Leandra Leal)
Caco é dublê.
Julia é chef de cozinha. Leia o resto deste post »