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por Edson Jr

Deuses do Egito (Gods of Egypt), dirigido por Alex Proyas (“Presságio”, “Eu, Robô”), é o novo blockbuster de aventura/fantasia baseado na cultura egípcia, em especial, sua clássica mitologia.

Prestes a ser coroado rei, o Deus dos Céus Horus (Nikolaj Coster-Waldau, “Game of Thrones”) é traído por seu tio Set (Gerard Butler, “300”, “P.S. Eu Te Amo”), o Deus dos Desertos, que toma a coroa e transforma a outrora pacífica civilização egípcia em uma sociedade de caos e conflito.

Com a ajuda de Bek (Brenton Thwaites, “Malévola”, “O Doador de Memórias”), um jovem mortal que busca salvar seu grande amor Zaya (Courtney Eaton, “Mad Max: Estrada da Fúria”), Horus sai numa jornada de vingança contra seu tio, tentando recuperar a coroa para restabelecer a paz aos egípcios.

Além de Butler e Coster-Waldau, o elenco do filme conta ainda com Geoffrey Rush (série “Piratas do Caribe”, “A Casa da Colina”), Rufus Sewell (“O Ilusionista”, “O Turista”), Chadwick Boseman (“A Grande Escolha”, “James Brown”), entre outros.

OBS: Vale lembrar que esse elenco foi alvo de críticas ao redor do mundo pela falta de diversidade racial.

De maneira geral, Deuses do Egito não agrada. Na tentativa de produzir algo espetacular, Proyas aposta em um enredo fraco e repetitivo, com uma história de amor secundária que se mostra o verdadeiro ponto de partida da trama. Ou seja, a combinação básica entre romance e vingança.

Curiosamente, outro ponto negativo do filme talvez seja sua maior aposta: a tecnologia. Como todas as recentes megaproduções, Deuses do Egito é recheado de CGI e efeitos especiais, mas algumas cenas ficam extremamente virtuais, levando o espectador a um jogo de videogame. (É bom deixar claro que são algumas partes! Em especial, as cenas de paisagens e das ‘armaduras’ dos deuses).

Quanto às atuações, apesar de todos serem bons atores, ninguém se sobressai. Provavelmente por estarem em um filme fraco, não há o que se destacar e nem o excelente Gerard Butler consegue ‘segurar a bucha’.

Enfim, Deuses do Egito é um filme caro e com muita pompa, mas que não vale nem o ingresso (mesmo que seja a meia-entrada da segunda-feira!). Em suma, será rapidamente esquecido e não passará de mais uma Sessão da Tarde da vida.

Nota: 3/10

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