por Ed Jr

Kong: A Ilha da Caveira (Kong: Skull Island), dirigido pelo pouco conhecido Jordan Vogt-Roberts (“Os Reis do Verão”), é uma releitura do clássico dos anos 30 e que promete revigorar as produções do gênero que virão (como “Godzilla: King of Monsters”, previsto para 2019).

A trama se passa no início da década de 70, quando o pesquisador Bill Randa (John Goodman, “Rua Cloverfield, 10”) e o geólogo Houston Brooks (Corey Hawkins, “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”) partem numa expedição a uma ilha inexplorada em busca de provas para a teoria de Randa sobre monstros míticos gigantes.

Na companhia de uma escolta militar liderada pelo coronel Packard (Samuel L. Jackson, “Os Vingadores”), do explorador e ex-militar James Conrad (Tom Hiddleston, “Thor”) e da fotógrafa Mason Weaver (Brie Larson, “O Quarto de Jack”), os cientistas descobrem que a Ilha da Caveira, além de habitada por estranhos e perigosos seres, também possui um rei protetor, o gigantesco gorila Kong.

O elenco conta ainda com John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), Thomas Mann (“Projeto X: Uma Festa Fora de Controle”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”), Shea Whigham (“O Lado Bom da Vida”), entre outros.

Mais do que uma mera refilmagem, Kong: A Ilha da Caveira é um novo filme baseado no gorila gigante lá dos anos 30 (ponto para Vogt-Roberts!). Diferente do original que traz o ‘monstro’ para a civilização, a premissa aqui é o homem invadindo o território do animal, e esse é o foco desde o início quando somos jogados junto com o grupo no primeiro embate com Kong.

O roteiro, com claras referências aos clássicos “Predador” e “Apocalypse Now”, segue eletrizante e intenso o tempo inteiro, com muitas cenas em slow-motion, tiros, explosões e monstros, mas não se aprofunda em nenhum personagem (pelo lado positivo, o foco recai todo sobre Kong; pelo negativo, não estabelece empatia alguma com o resto dos personagens). Nessa pegada, as atuações do competente elenco são boas e sólidas e John C. Reilly se destaca com suas pitadas de humor.

Vale ressaltar também os excelentes efeitos especiais e o gorila gigante extremamente bem feito e expressivo (ótima captura de movimentos). A trilha sonora também é um espetáculo, com David Bowie, Creedence Clearwater Revival, Black Sabbath… S2

Kong: A Ilha da Caveira tem clichês, algumas cenas desnecessárias e pode não vir a ser uma obra inesquecível do cinema moderno, mas todo o conjunto agrada bastante… Definitivamente vale demais a ida ao cinema!!!

Ahhh, e fique até depois dos créditos! Sua empolgação vai aumentar mais ainda… 😉

Nota: 8,5/10

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