por Dan Costa

Hans Zimmer – check

Poster com o personagem de costas – check

IMAX – check

Cillian Murphy e Tom Hardy – check

Christopher Nolan se superou novamente. Desta vez o diretor se aventura em um filme de guerra. Confesso que fui ver o filme com as expectativas lá em cima, já que estamos falando do mestre Nolan. Filmes de guerra, normalmente, tendem a priorizar o espetáculo, efeitos sonoros, explosões, etc, mas aqui o lance é diferente. Prioriza-se os personagens e a história sendo contada, tendo as explosões e efeitos sonoros como algo secundário que servem o filme.

Filmes de guerra, na regra, são longos também. Nolan conseguiu fazer um filme complexo, interessante e sem firula, abaixo das duas horas de duração.

“Senhor crítico, por que falaste que o filme é complexo?”

Bem, gafanhoto, o filme conta a três histórias ao mesmo tempo, com vários personagens principais e sobre um assunto que para ser contado direito, precisa de muitos e muitos detalhes, pois de trata de um fato histórico e ser um filme de guerra.

A sinopse oficial do filme é a seguinte:

Dunkirk começa com centenas de milhares de soldados ingleses e aliados cercados por forças inimigas. Encurralados na praia, com o mar em suas costas, eles enfrentam uma situação impossível à medida que o inimigo se aproxima.

A história se desenvolve em terra, no mar e no ar. Aviões de combate da RAF – Força Aérea Real Britânica – assumem o combate ao inimigo no céu sobre o Canal da Mancha, na tentativa de proteger os soldados indefesos na praia. Enquanto isso, centenas de pequenos barcos conduzidos por militares e civis preparam uma ação desesperada de resgate, arriscando suas vidas numa corrida contra o tempo para salvar mesmo que uma pequena fração de seu exército.”

Dunkirk não perde tempo. Vinheta da Warner Bros, 1 minuto de filme e correria. Uma hora e 46 minutos depois, The End.  Entre esse tempo todo temos Tom Hardy, o carinha do One Direction, Harry Styles, o queridinho de Nolan, Cillian Murphy, o queridinho de Spielberg, Mark Rylance, o lendário Kenneth Branagh e os desconhecidos (para nós) Fionn Whitehead e Damien Bonnard. Num filme como esse não da para falar de indivíduos, e sim do conjunto. Dunkirk escolheu bem seu (grande) elenco e os atores principais aproveitam bem quando aparecem na tela.

Resumindo: Se você tiver IMAX na sua cidade, veja lá! Se não tiver, tudo bem também. Mas pelo amor de Deus, ou de Bruce Wayne, veja esse filme no cinema e chore diante esse puta filme, não apenas de guerra, mas baixa filme. Ponto final. Na lápide de Nolan deveria conter apenas isso:” O cara que trouxe Inception, Dunkirk e Dark Knight pra sua vida”.

Nota: 10/10

 

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