Thor Raknarog

por: Amanda Leite.

Nota da Autora: Minha opinião sobre o Universo Marvel é clara. Costumam ser filmes “rasos” (nem sempre) emocionalmente, cheio de piadas e com uma produção impecável, a fórmula deles é essa e da certo para a proposta que se quer. Não adianta eu vir aqui e falar mal porquê não gosto dessa fórmula, a proposta é alcançada.

Thor: Ragnarok dirigido por Taika Waititi (“Boy” e Hunt for the Wilderpeople”) é um filme de aventura e fantasia/ficção cientifica estadunidense, lançado no ano de 2017.

“Thor (Chris Hemsworth) está aprisionado do outro lado do universo, sem seu martelo, e se vê em uma corrida para voltar até Asgard e impedir o Ragnarok – a destruição de seu lar e o fim da civilização asgardiana – que está nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a terrível Hela. Mas primeiro ele precisa sobreviver a uma batalha de gladiadores que o coloca contra seu ex-aliado e vingador – o Incrível Hulk”[1]

E lá vamos novamente com a Marvel e todo seu universo de Piratas do Caribe…(não pera). A Marvel e Disney descobriram a fórmula e cá estamos com ela novamente. Thor:Raganarok é mais um filme Marvelesco mas com alguns detalhes que o deixam “diferente” dos outros.

O filme começa com uma cena de ação/pancadaria, com piadas (piadas, piadas, piadas) e assim fica firmado como será a pegada do filme. Com o filme todo focado em nosso Deus do Trovão correndo contra o tempo, o filme não se torna tão cansativo, com toda a trama passando de forma rápida (já que o fim de Asgard está próximo).

Com personagens novos e excêntricos, temos bastante cenas de humor e talvez seja o que mais se peca quando estamos tratando sobre o fim do mundo. Não que devamos excluir as piadinhas irônicas mas poderíamos ter visto um ar mais tenso já que não é um simples “Herói x Vilão”. A impressão é que estamos na sessão infantil (mais um filme para venda de bonecos).

O destaque é uma trilha sonora um pouco diferente (obrigada Guardiões da Galáxia) e com um uso maior de paletas de cores diferentes (obrigada LSD), é um filme agradável visualmente e sonoramente.[2] Temos personagens novos que nos cativam (e me deu vontade de levar um deles para casa), porém queria mais Cate Blanchett (Hela). O fato é que a forma que a história caminhou, ela não foi tão destacada como eu esperava (fiquei imaginando a Eva Green nesse papel).

Também é esperado mais destruição. CARA, ESTAMOS TRATANDO DO RAGNAROK, mortes, fim do mundo, explosões… Foi tudo muito rápido, não deram a proporção que deveria ser. Mesmo sabendo que isso tudo é mais um link para eventos futuros, espera-se sangue, explosão, pessoas gritando.

Bom, o filme agrada e traz mais uma história do Deus Do Trovão mas de forma rápida (como um link deve ser). Temos personagens novos que cativam, temos uma história que envolve e temos um universo que agrada visualmente e sonoramente. Sim, a Marvel acertou (ela não erra), e mesmo sabendo que talvez para alguns não tenha sido tudo aquilo, é mais um filme de entretenimento do universo Marvel.

Você já sabe né? Assista, é mais um filme Marvelesco, que entretém e diverte.

Nota: 8/10

[1] Sinopse oficial

[2] Confesso que uma hora achei que fosse o diretor de “Atômica”

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